Anna Rita Peltier

Terapeuta sistêmica · São Paulo e Rio

Sua gratidão não funciona porque ela é genérica demais

Você agradece pela família, pela saúde, pelo trabalho. Seu cérebro já ouviu isso dez mil vezes e parou de registrar. O Diário do Tenho é o exercício que eu uso no consultório com quem tem uma vida boa no papel e não sente quase nada dela.

Receber o diário no meu WhatsApp

Grátis, chega na hora, sete dias de dois minutos por dia.

O que falta 0

Enche sozinho,
sem você fazer nada

O que tem 0

Um enche sozinho. O outro só enche se você encher, um grão por dia.

Quero começar o meu
Anna Rita Peltier, terapeuta sistêmica

Quem fala com você aqui

Sou a Anna Rita

Sou terapeuta sistêmica. Atendo online, e presencialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

No consultório, uma das frases que eu mais escuto é "eu sei que deveria estar feliz". A pessoa conquistou, construiu, deu conta, e mesmo assim não consegue parar para sentir nada disso. Já está atrás da próxima coisa antes de encostar nessa.

Isso quase nunca é ingratidão, e quase nunca começou nela.

  • Há anos atendendo
  • Formação em Terapia Sistêmica
  • Mais de 1.000 atendimentos
  • Online, São Paulo e Rio
Como funciona

Categoria não conta. Detalhe conta.

Seu cérebro já ouviu "minha família" dez mil vezes, então ele passa batido. Ele não passa batido pelo jeito que alguém fala errado uma palavra. É essa a diferença entre uma gratidão que não muda nada e uma que mexe no corpo em oito segundos.

meu filhoo jeito que ele fala errado uma palavra
minha casaa luz que entra naquela janela de manhã
minha saúdeacordei sem dor hoje
meus amigosalguém me mandou mensagem só pra saber se eu estava bem

Uma por dia, sempre nova. Repetir não vale, e é de propósito.

O que você recebe, de graça

O Diário do Tenho

Sete páginas, uma pergunta por dia, na ordem certa. Nenhuma delas é "escreva três coisas boas".

Dia 01Uma coisa de hoje que ninguém entenderia por que importa.
Dia 02Uma coisa que você tem agora e não precisou pedir.
Dia 03Uma coisa que você conquistou e ainda não parou para sentir.É aqui que quase todo mundo trava
Dia 04Quem, na sua casa, nunca pôde aproveitar isso?
Dia 05Uma coisa que o seu corpo fez por você hoje.
Dia 06Alguém que te ajudou e nunca soube o tamanho daquilo.
Dia 07O que você escreveria aqui se não tivesse medo de parecer ingrata.
  • +O exercício dos dois potes impresso na folha, do jeito que eu faço no consultório.
  • +Um áudio de cinco minutos, gravado por mim, para escutar deitada. É a prática guiada, com as pausas de verdade.
Receber o diário no meu WhatsApp

Quem responde sou eu. Uma mensagem hoje com o material, uma no terceiro dia para saber como foi, e só.

Dia 03

No terceiro dia, quase sempre, não vem nada.

Você senta, olha a página e não consegue escrever. Ou escreve, lê o que escreveu e não sente absolutamente nada. Aí vem a conclusão de sempre: o problema sou eu, eu sou ingrata.

Quase nunca é isso. Na sua família teve alguém que trabalhou a vida inteira e teve pouco. Sua mãe, seu pai, sua avó. Uma criança que cresce vendo alguém que nunca pôde descansar aprende uma regra que ninguém disse em voz alta: nesta casa a gente não aproveita.

Aí você cresce, conquista, e aproveitar parece trair. Não é que você não mereça. É que curtir sozinha parece deixar para trás quem não pôde.

O diário mostra o que você não consegue escrever. Ele não diz de quem é essa conta. É isso que a gente encontra em vinte minutos.

O próximo passo

Conversa de Origem

Vinte minutos comigo, ao vivo, só sobre o que apareceu no seu diário. Você me manda a foto de uma página antes, então eu chego sabendo e o tempo inteiro é de trabalho.

  • Antes

    Eu chego sabendo

    A sua página está comigo antes de a conversa começar. Você não gasta dez minutos contando quem você é.

  • Min 1

    Eu te digo de onde isso vem

    Qual é a raiz mais provável do que travou no seu diário, com nome e com lugar. É a parte que quase ninguém te diz, e é ela que faz o resto parar de parecer defeito seu.

  • Min 8

    A gente já trabalha ali

    Não é entrevista nem avaliação. Dentro da conversa eu faço o ajuste que cabe em vinte minutos, e o corpo costuma responder antes de você desligar.

  • Min 18

    Eu te digo se precisa de mais

    Se o seu caso pede acompanhamento, eu falo. Se não pede, eu falo também, e a gente se despede bem.

R$247

Conversa de Origem, online, no horário que você escolher

PrazoO valor vale por sete dias, contados do dia em que o diário chega. Depois disso eu só abro agenda pelo programa completo.
CréditoSe você seguir para o programa de três encontros, os R$ 247 entram inteiros: ele é R$ 2.500 e passa a sair por R$ 2.253. Quem continua não pagou pela conversa.
GarantiaAo fim dos vinte minutos, se você sentir que não levou nada, me diz e eu devolvo. Sem explicação e sem constrangimento.

Quatro conversas por semana

Quero a Conversa de Origem

Quem responde sou eu mesma, e sou eu que atendo.

Se depois você quiser ir até a origem

O programa de três encontros

Três encontros de uma hora e meia a duas horas, para chegar onde essa coisa começou e fechar o que ficou aberto. Online, ou presencial em São Paulo e no Rio. Você só decide isso depois de me conhecer.

  • Encontro 1conversa e alinhamento de chakras
  • Encontro 2a técnica escolhida para o seu caso
  • Encontro 3fechamento e direção
Os três encontros, em até 2xR$ 2.500

Quem faz o programa ainda leva um áudio gravado para o seu caso, depois do segundo encontro, e o abatimento dos R$ 247.

O que me perguntam antes
E se eu não conseguir fazer os sete dias?

Faz três. A conversa funciona com o que você conseguiu, e o que você não conseguiu escrever também é informação, normalmente a melhor delas.

Preciso saber o que é terapia sistêmica?

Não. Quem conduz sou eu, e eu escolho a técnica. Você só precisa responder o que eu perguntar.

Preciso trazer minha família junto?

Não. É só você e eu. Ninguém da sua família precisa saber, participar ou concordar.

Isso substitui terapia ou remédio?

Não, e eu não peço para ninguém parar nada. Muita gente faz os dois ao mesmo tempo.

O que dá para fazer em vinte minutos?

Dá para eu ver de onde a coisa vem e fazer um ajuste. Não dá para resolver uma vida inteira, e eu não vou fingir que dá. Você sai sabendo o tamanho do que tem pela frente, e só isso já muda o corpo.

A Conversa de Origem é uma conversa de venda?

Não. É atendimento, e o trabalho acontece dentro dela. Se no fim eu achar que você precisa do programa completo, eu digo. Se achar que não precisa, eu digo também.

Por que três encontros, e não um?

Porque um encontro nomeia, mas não fecha. O primeiro abre e alinha, o segundo trabalha, o terceiro fecha e organiza o que ficou.

Dá para parcelar?

O programa, sim, em duas vezes. A conversa de vinte minutos é à vista.