Você agradece pela família, pela saúde, pelo trabalho. Seu cérebro já ouviu isso dez mil vezes e parou de registrar. O Diário do Tenho é o exercício que eu uso no consultório com quem tem uma vida boa no papel e não sente quase nada dela.
Receber o diário no meu WhatsAppGrátis, chega na hora, sete dias de dois minutos por dia.
Enche sozinho,
sem você fazer nada
Um enche sozinho. O outro só enche se você encher, um grão por dia.
Quero começar o meuSão sete páginas, uma por dia. Imprime se puder, e se não puder escreve no caderno mesmo. O que importa é o específico, não a categoria.
No terceiro dia eu te pergunto como foi. Responde, porque é ali que a coisa costuma aparecer.
O áudio de cinco minutos, na minha voz. Deita, coloca um fone se puder, e não faz mais nada enquanto ouve.
Quem fala com você aqui
Sou terapeuta sistêmica. Atendo online, e presencialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No consultório, uma das frases que eu mais escuto é "eu sei que deveria estar feliz". A pessoa conquistou, construiu, deu conta, e mesmo assim não consegue parar para sentir nada disso. Já está atrás da próxima coisa antes de encostar nessa.
Isso quase nunca é ingratidão, e quase nunca começou nela.
Seu cérebro já ouviu "minha família" dez mil vezes, então ele passa batido. Ele não passa batido pelo jeito que alguém fala errado uma palavra. É essa a diferença entre uma gratidão que não muda nada e uma que mexe no corpo em oito segundos.
Uma por dia, sempre nova. Repetir não vale, e é de propósito.
Sete páginas, uma pergunta por dia, na ordem certa. Nenhuma delas é "escreva três coisas boas".
Quem responde sou eu. Uma mensagem hoje com o material, uma no terceiro dia para saber como foi, e só.
Você senta, olha a página e não consegue escrever. Ou escreve, lê o que escreveu e não sente absolutamente nada. Aí vem a conclusão de sempre: o problema sou eu, eu sou ingrata.
Quase nunca é isso. Na sua família teve alguém que trabalhou a vida inteira e teve pouco. Sua mãe, seu pai, sua avó. Uma criança que cresce vendo alguém que nunca pôde descansar aprende uma regra que ninguém disse em voz alta: nesta casa a gente não aproveita.
Aí você cresce, conquista, e aproveitar parece trair. Não é que você não mereça. É que curtir sozinha parece deixar para trás quem não pôde.
O diário mostra o que você não consegue escrever. Ele não diz de quem é essa conta. É isso que a gente encontra em vinte minutos.
Vinte minutos comigo, ao vivo, só sobre o que apareceu no seu diário. Você me manda a foto de uma página antes, então eu chego sabendo e o tempo inteiro é de trabalho.
A sua página está comigo antes de a conversa começar. Você não gasta dez minutos contando quem você é.
Qual é a raiz mais provável do que travou no seu diário, com nome e com lugar. É a parte que quase ninguém te diz, e é ela que faz o resto parar de parecer defeito seu.
Não é entrevista nem avaliação. Dentro da conversa eu faço o ajuste que cabe em vinte minutos, e o corpo costuma responder antes de você desligar.
Se o seu caso pede acompanhamento, eu falo. Se não pede, eu falo também, e a gente se despede bem.
Quatro conversas por semana
Quem responde sou eu mesma, e sou eu que atendo.
Três encontros de uma hora e meia a duas horas, para chegar onde essa coisa começou e fechar o que ficou aberto. Online, ou presencial em São Paulo e no Rio. Você só decide isso depois de me conhecer.
Quem faz o programa ainda leva um áudio gravado para o seu caso, depois do segundo encontro, e o abatimento dos R$ 247.
Faz três. A conversa funciona com o que você conseguiu, e o que você não conseguiu escrever também é informação, normalmente a melhor delas.
Não. Quem conduz sou eu, e eu escolho a técnica. Você só precisa responder o que eu perguntar.
Não. É só você e eu. Ninguém da sua família precisa saber, participar ou concordar.
Não, e eu não peço para ninguém parar nada. Muita gente faz os dois ao mesmo tempo.
Dá para eu ver de onde a coisa vem e fazer um ajuste. Não dá para resolver uma vida inteira, e eu não vou fingir que dá. Você sai sabendo o tamanho do que tem pela frente, e só isso já muda o corpo.
Não. É atendimento, e o trabalho acontece dentro dela. Se no fim eu achar que você precisa do programa completo, eu digo. Se achar que não precisa, eu digo também.
Porque um encontro nomeia, mas não fecha. O primeiro abre e alinha, o segundo trabalha, o terceiro fecha e organiza o que ficou.
O programa, sim, em duas vezes. A conversa de vinte minutos é à vista.